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A cadeira do meio

blogJá notou que em muitos transportes públicos a cadeira do meio, em um banco com três lugares, é a última a ser ocupada? Algumas pessoas preferem seguir a viagem de pé do que se sentar entre dois estranhos.

Também percebemos que praticamente todos os passageiros buscam lugares, quando com dois bancos, vazios, para não sentar ao lado de ninguém.

Geralmente a tensão começa quando os ocupantes da janela e do corredor desencorajam o passageiro colando seus pertences no assento livre, ou então, evitam olhar nos olhos de quem busca um lugar para se assentar.

Richard E. Wener, psicólogo ambiental dos EUA, diz que a questão está em enfrentar o não-planejados, como roçar o braço no vizinho, e isto gera ansiedade por prejudicar o senso de controle e previsibilidade.

Para o psicólogo, utilizar o braço do assento, auxilia a diminuir o estresse e faz com que o passageiro demarque seu território.

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Música – Linguagem Universal

blog Para o psicólogo Steven Pinker, a música é comparada como uma guloseima auditiva, criada para “pinicar” áreas cerebrais envolvidas em funções consideradas importantes.

Atualmente algumas pesquisas têm mostrado que a música conduz certas emoções de forma consistente, quando verificado que pessoas diferentes, em uma sala, sentem as mesmas emoções quando tocada as mesmas músicas para elas. Evidências também apontam que a música faz aflorar respostas previsíveis em pessoas de culturas diferentes, com capacidade intelectual e sensorial variadas.

O neurologista Oliver Sacks afirma que “a música parece ser a forma mais direta da comunicação emocional, uma parte importante da vida humana, como a linguagem e os gestos”. Estes tipos de comunicações conectam emocionalmente as pessoas, e reforçam os vínculos.

Os ritmos podem facilitar as interações sociais, como dançar ou marchar juntos, tornando as relações mais sólidas. Os tons alteram nosso humor, e governam emoções como medo, alegria, tristeza.

O córtex auditivo, é o responsável pelo processamento dos elementos musicais mais básicos, como altura, volume. Já as áreas auditivas secundárias vizinhas se encarregam dos padrões mais complexos, como harmonia e ritmo.

A música excita locais cerebrais responsáveis pelo entendimento e produção da linguagem.

A melodia tem o poder de mediar a comunicação emotiva. Quando uma música é composta, não é apenas a expressão do que o compositor está sentindo, como também faz com que o ouvinte sinta o mesmo, e algumas pesquisas indicam que a música conduz à emoção pretendida para os que a escuta.

Tom Fritz, neurocientista, fez um experimento, no qual, colocou pessoas do grupo étnico Mafa, de Camarões, que nunca tinham ouvido música ocidental, para ouvir peças clássicas de piano. Este grupo identificou as peças como animadas, melancólicas,  ou capazes de causar medo, da mesma forma como os ocidentais as classificaram. O que nos remete à idéia de que uma música tem a capacidade de transmitir emoções independentemente da cultura.

Outra experiência foi feita com crianças autistas, e os pesquisadores pediram para que elas fizessem associações entre a música ouvida e emoções, e foi descoberto que a capacidade de identificar sentimentos independia do comprometimento nas habilidades socioemocionais, como expressões faciais, por exemplo.

A música possui informações que propagam respostas emocionais específicas no cérebro, independentemente da personalidade, gosto ou treinamento.  Ela também possui benefícios sociais, pois em diferentes culturas, as pessoas cantam hinos em rituais religiosos, cantam juntas, dançam, embalam as crianças para dormirem, participam de corais, enfim, diversas atividades musicais que aproximam as pessoas, talvez por criar conexões empáticas entre os membros destes grupos. Zatorre, diz que o ritmo pode funcionar como uma cola social que favorece a ligação física entre as pessoas. Há estimulação do sulco temporal superior, o que indica que a música pode construir laços sociais.

Ritmos alegres, tensos ou empolgantes podem excitar fisicamente o ouvinte, gerando respostas fisiológicas de luta ou fuga: taxas cardíacas e respiratórias aumentam, suam, aumenta a adrenalina no sangue. O que pode explicar porque as pessoas preferem fazer exercícios físicos com este tipo de ritmos, além da distração deixar o exercício mais divertido. De um modo geral, melodias energizantes, tendem a deixar o humor melhor, criando sensação de empolgação e despertando quando com sono ou cansado.

Ritmos tranquilos também exercem sua função orgânica, ao diminuírem os níveis do cortisol (hormônio do estresse), aliviando a dor (quando ouvimos uma música que gostamos muito) e diminuindo as taxas cardíacas e respiratórias, acalmando e relaxando o ouvinte.

Bebês recém-nascidos também têm sua região cerebral alterada conforme os adultos, o que leva aos estudiosos a crerem que o cérebro já nasce pronto para processar a música.

Para Sacks, talvez a música seja a forma mais próxima da telepatia.

Psicologia Institucional e Psico-Higiene de José Bleger

Acredito ser importante começarmos definindo o que é instituição, portanto: “Organização de caráter público ou semi-público que supõe um grupo diretório e, comumente, um edifício ou estabelecimento físico de alguma índole, destinada a servir a algum fim socialmente reconhecido e autorizado… correspondem unidades como asilos, universidades, orfanatos, hospitais, etc.

O conceito de Psico-Higiene, de José Bleger, baseia-se na proposta de que o psicólogo deve ultrapassar a atividade psicoterápica, que visa o doente e a cura, e praticar a psico-higiene, que foca uma população sadia e a promoção da saúde. É preciso, então, novos instrumentos de trabalho – conhecimentos e técnicas que sirvam a este propósito.

É mencionado 6 tipos de instituição: 1 – instituições culturais básicas (família, igreja, escola); 2 – instituições comerciais (empresas comerciais e econômicas, união de trabalhadores, empresas do Estado); 3 – instituições recreativas (clubes atléticos e artísticos, parques, campos de jogos, teatros, cinemas, salões de bailes); 4 – instituições de controle social formal (agências de serviços sociais e governamentais); 5 – instituições sanitárias (hospitais, clínicas, campos e lugares para convalescentes); 6 – instituições de comunicação (agências de transportes, serviços postal, telefone, jornais, revistas, rádios).

O psicólogo deve focar sua atenção na atividade humana e no efeito dela. Assim, é preciso as seguintes informações: a – finalidade e objetivo da instituição; b – instalações e procedimentos com os quais alcançam os objetivos; c – situação geográfica e relações com a comunidade; d – relações com outras instituições; e – origem e formação; f – evolução, história, crescimento, mudanças, tradições; g – organização e normas que a regem; h – contingente humano que intervém nesta instituição; i – avaliação dos resultados do seu funcionamento (tanto para a instituição quanto para os integrantes dela).

O que caracteriza especificamente a psicologia institucional é o enquadramento da tarefa a ser feita e para isto devemos considerar 2 aspectos que estão inter-relacionados entre si: 1 – toda tarefa deve ser empreendida e entendida em função da unidade  e totalidade  da instituição; 2 – o psicólogo deve considerar a diferença entre a psicologia institucional (profissional contratado para prestar um serviço) e o trabalho psicológico em uma instituição (profissional como funcionário da empresa). Quando o psicólogo é funcionário da instituição, ele perde a neutralidade.  A psicologia institucional não pode ser exercida se o profissional for um funcionário, pois deixa de ser um mentor ou consultor. A impossibilidade de um funcionário exercer a função de psicólogo institucional deriva do fato de que poderia haver uma superposição e confusão no enquadramento, o que prejudicaria o trabalho a ser feito e comprometeria o resultado e a neutralidade deste.

Para o enquadramento (variáveis que limitam as atividades a serem exercidas pelo profissional para a instituição) deve-se considerar: 1 – tudo o que for feito, deve ser feito para unidade e totalidade da instituição; 2 – o psicólogo deve ter em mente a diferença entre psicologia institucional e o trabalho do psicólogo na instituição (como já mencionado acima); 3 – o profissional pode ser contratado para uma questão específica; 4 – a remuneração não pode comprometer sua independência profissional; 5 – fixar primeiramente o horário global da tarefa e depois os honorários.

O horário gasto na atividade deve estar de acordo com o número de pessoas envolvidas no trabalho a ser feito. Devemos também, considerar o tempo que será gasto fora da instituição, como o estudo do material recolhido, redação e protocolos.

Quando for feito o enquadramento, todas as questões devem ser esclarecidas totalmente, não restando nenhuma dúvida ou sub-entendido.

Os objetivos, da instituição, tanto explícitos e como implícitos, devem ser completamente esclarecidos ao profissional, assim como a finalidade para qual ele foi contratado.

Geralmente o motivo da consulta ao profissional, não é o problema, mas sim, um sintoma do problema real.

O conflito, não é algo necessariamente negativo. Torna-se negativo, se não for buscado a resolução dos problemas, se houver fuga ou se forem ignorados (estereotipias). Os conflitos propiciam o crescimento tanto da instituição quanto dos envolvidos. Ele é próprio da natureza humana, e nos encaminha para o desenvolvimento. Quando se supera o conflito, o resultado é algo melhor, algo mais desenvolvido que antes. A estereotipia não favorece a superação, é a ausência de conflito pela fuga ou esquiva da resolução dos conflitos presentes.

Somos formatados a partir das instituições. Somos algo, baseado no que fazemos, em nossos cargos, em nossas funções. Alterar algo dentro da instituição é alterar as bases das pessoas envolvidas nelas, é desestabilizá-las, e por isso, muitas vezes a psicologia institucional não é muito bem quista, por serem ameaçadoras. Trata-se de uma organização externa que reflete diretamente na organização interna das pessoas, e o que fazemos nos dá um lugar no mundo.

Para William James a identidade é compreendida desta forma: identidade = eu+mim, ou seja, o que eu faço, o que eu penso, minhas decisões + o que eu sou para o mundo, como os outros me vêem. E o eu, em alguma medida está depositado em situações e objetos externos.

As instituições acabam perpetuando os problemas pelos quais procuram um profissional. Como exemplo podemos analisar a questão de um hospital, que geralmente é doentio, ou então, o manicômio, que acaba por desintegrar ainda mais seus pacientes, também a prisão, que acaba por propiciar ao detento o aperfeiçoamento de novas técnicas de crimes.

“Cracolândia”

O que o Conselho Regional de Psicologia disse sobre esta ação:

“A ação policial, chamada de Ação Integrada Centro Legal e que está sendo realizada desde o dia 2 de janeiro, foi classificada pelos parlamentares presentes de “tresloucada”, “cruel” e “covarde”. “O que está acontecendo na região é uma tortura sistemática, contínua e permanente. Essa é uma ação criminosa praticada pelo Estado. É preciso que haja ações éticas, inteligentes e humanas: implementação de uma rede com Consultórios de Rua, Internação para casais e CAPS AD”, defendeu o Padre Júlio Lancelotti, coordenador da Pastoral dos Moradores de Rua.

Nos últimos dias, os principais jornais da capital paulista publicaram informações que comprovam que a cidade não possui uma rede efetiva de atendimento aos usuários que desejam se tratar. Ou seja, não há vagas necessárias para o número de pessoas que as procuram. Reportagem veiculada em 10 de janeiro pela Folha de S.Paulo, relata que usuários que buscaram tratamento esperaram por horas até a internação. A maioria desistiu. Enquanto a polícia militar reforça, em imediato, o número de policiais presentes na região, contando com o reforço até da Rota, o complexo de atendimento da prefeitura aos usuários ficará pronto apenas em março. A ação na cracolândia começou sem que houvesse nenhum tipo de centro que acolhesse os usuários retirados das ruas.

O coordenador do Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria de SP, Carlos Weiss, afirmou que a operação policial na região central viola o direito dos cidadãos. “Somos favoráveis à soluções que busquem o bem estar da população. Mas não podemos compactuar com situações em que a segurança pública se distancia dos direitos humanos”, ponderou. A Defensoria está com um posto móvel na região e vem recebendo diversas denúncias de violações. Uma delas é de uma menor de idade, que foi atingida por um tiro de borracha na boca, o que gerou boletim de ocorrência como crime de tortura.

Ao final da audiência, alguns encaminhamentos foram tomados. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara vai cobrar explicações do prefeito e governador de São Paulo sobre a ação; parlamentares e entidades presentes na audiência, irão redigir um documento e encaminhá-lo ao Executivo municipal e estadual, exigindo a suspensão imediata das atividades policiais; haverá também a criação de um fórum com todas as entidades envolvidas para discutir problemas e ações comuns; todos os documentos e notícias divulgadas sobre a ação da polícia na região também serão encaminhados aos órgãos nacionais e internacionais de defesa de direitos humanos.

Os movimentos sociais e entidades também estão se mobilizando contra a ação. Neste sábado, 14 de janeiro, a partir das 14h, o coletivo DAR (Desentorpecendo a Razão) organiza o “Churrasco da Gente Diferenciada” na esquina das ruas Helvétia com a Dino Bueno; já no dia 25, aniversário de SP, entidades estão mobilizando uma passeata (ainda não há local definido para o ato).

O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) e o Conselho Federal de Psicologia repudiam a ação policial organizada pelo Estado no centro de SP. O CRP SP entende que uma verdadeira política de combate ao crack deve ser realizada de maneira intersetorial, envolvendo segurança pública, saúde e assistência social. Criminalizar os usuários de drogas, tratando-os como caso de polícia, não irá, de fato, resolver a questão. ”

Fonte

Canibalismo – parte 2

Continuando o post anterior da série Canibalismo, falaremos também das mais comuns expressões de amor como o ato de beijar, lamber,  morder, chupar que tão comumente fazem parte dos repertórios de pessoas que possuem proximidade e intimidade, e que denotam a vontade de possuir o outro, de tê-lo “dentro de si”. Esse desejo de ter a pessoa em si transparece nas palavras como “gostoso”, “comer”, “devorar”. Sendo que esta fantasia também está presente nas fábulas e histórias infantis, como a história da Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau.

Devemos também mencionar o técnico de informática alemão Armin Weives que divulgou na internet o anúncio procurando um interessado em ser morto e devorado logo em seguida. Bernd Juergen Brandes foi o interessado em questão, que respondeu ao anúncio e marcou um jantar com Armin. Mas antes de ser assassinado, esquartejado, comido vagarosamente durante os dias seguintes, ele também provou de seu próprio corpo, e a parte selecionada foi seu pênis. Este crime, filmado e cometido em 2001, levou à prisão perpétua Armin, que ficou conhecido como o canibal de Rotemburgo e confessou que fez tudo isso por motivação sexual. Estes rituais são mais comuns do que podemos pensar.

Mas quando este canibalismo, inerente em nossas relações, se converte em crime, a raiva e agressividade geralmente estão presentes. No caso que mencionamos acima, Armin disse que tudo foi: “como um casamento, algo que o alçou a uma condição sobrenatural… Eu tinha a esperança de que ele se tornasse parte de mim” . Diversos casos de antropofagia possuem conotações sexuais, e representam o “ponto final da evolução perversa sexualmente sádica”.

De acordo com o psiquiatra e psicanalista Robert J. Stoller (1924-1991), da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em Los Angeles as raízes da perversão sexual estão no desenvolvimento, na infância, quando a criança começa a se separar do corpo da mãe, pois antes ela era uma coisa só com a mãe. No ritual antropofágico perverso esse elemento se projeta em um objeto que precisa ser destruído.

A pessoa sádica sente prazer em dominar totalmente seu objeto sexual. Através de humilhações, e situações degradantes ela eleva sua posição ao que equivale a divindade. Demonstrações de raiva e de ódio “despersonalizam” o outro. E quase sempre isso leva a atos violentos e obedece a regras que são restritas.

Os psicólogos Bruce A. Arrigo e Catherine E. Purcell, da Escola Califórnia de Psicologia Profissional em Fresno crêem que os traços de sadismo vêm de experiências de violência e de humilhações vividas na infância e na adolescência, mas se intensificam com influências sociais e/ou genéticas. Acredito que seja importante frisarmos que “experiências negativas durante a primeira infância podem promover alterações neurobiológicas muitas vezes irreversíveis” e também é possível que anomalias já existentes no cérebro interfiram no desenvolvimento psíquico.

Canibalismo – parte 1

De acordo com o dicionário de psicologia, a definição de canibalismo se constitui em: animais que devoram membros de sua espécie. Adaptando este conceito para o homem, surge o termo Antropofagia.

Não podemos falar de canibalismo sem falar de diferenças culturais e rituais religiosos, porque o que nos parece tão bizarro, para algumas culturas é extremamente comum. Os habitantes originais da Nova Zelândia, Indonésia e Austrália até antes do século XX faziam consumo da carne humana com o objetivo de incorporar os atributos que o morto possuía, como força, coragem etc. Aqui no Brasil os índios ianomâmes ainda usam cinzas de cadáveres nas pastas de bananas como forma de entrar em contato com as almas dos que já partiram.

Já os índios  da América pré-colombiana e os chineses da época da dinastia Chou (1122 a.C.-255 a.C), diferentemente de comer carne humana para realizar seus ritos religiosos, eles devoravam seus inimigos de guerra, como vingança, e para assimilar sua força e os serviam como prato principal em um jantar comemorativo.

Em situações extremas, como em casos de sobrevivência (canibalismo famélico), o antropofagismo também foi praticado, como no caso da Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), entre outras situações que encontramos na história.

Com a disseminação do cristianismo e islamismo esta prática foi abandonada, e quando acontece hoje em dia, quase sempre está associada a transtornos psíquicos graves (canibalismo patológico), já que culturalmente não se pratica mais e religiosamente quase não se encontra mais registros da permanência destes hábitos.

Doenças como a esquizofrenia, transtornos graves de personalidade e a perversão sádica são as patologias mais relacionadas ao canibalismo patológico. No primeiro caso, a pessoa pode ter a sensação de que está se dissolvendo e sentir a necessidade de se reagrupar através da carne de outra pessoa, para ter de volta o próprio corpo. Alucinações também podem levar alguém a pensar que uma força pede ou exige que ele devore alguém para não ser perseguido, para cumprir uma missão etc., como no caso de Paul Reisinger, que assassinou seis mulheres entre 1779 e 1786 na Áustria, achando que enquanto comia o coração ainda palpitando teria sorte no jogo e poderia ser invisível. É importante frisar que em nenhumas destas doenças acima mencionadas, é regra que se cometa estes atos, muitas pessoas têm estas doenças e não cometem delitos violentos.

A continuação deste post se dará com uma segunda parte.

 Esta série é baseada no artigo de Nahlah Saimeh.

Aguardem!

Paternidade altera o cérebro

Anne E. Storey, uma psicóloga e seus colegas da Universidade Memorial de New-foundland, no Canadá, recentemente descobriram que o nível de testosterona dos pais diminuiu em um terço nas primeiras semanas após o  nascimento de seus filhos, o que sugere que o homem ficam menos agressivo e mais acolhedores nesse período.

Sendo que alguns pais podem apresentar até sintomas de depressão pós-parto. E para ouvir mais sobre esta patologia especificamente, clique aqui e ouça o pod-cast.

Leia mais sobre esta matéria.