Arquivo para a categoria ‘Psicologia’

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Perdoem-me pela ausência…
Agora estamos de volta e com a corda toda.
Fiquem atentos, vem novos artigos por aí.

 

Foi vetado

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Infelizmente, o Projeto das 30 horas semanais para os profissionais de psicologia foi vetado pelo Vice Presidente Michel Temer.

No entanto, o Projeto ainda pode ser promulgado: “Dentro de 30 dias, a contar do recebimento do veto na Casa Legislativa, a decisão presidencial deverá ser apreciada em sessão conjunta, só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores, que opinarão em voto aberto. Se o veto não for mantido, ou seja, se a Casa rejeitar o parecer da Presidência, o projeto será enviado para promulgação.”

Veja maiores informações.

IV Congresso Brasileiro de Psicologia: Ciência e Profissão

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Olá queridos amigos.

É com muito prazer que informo mais um acontecimento em nossa área.

O Congresso acontecerá na Universidade Nove de Julho, Instituição de minha graduação.

Promete ser um grande evento.

Não perca a oportunidade.

Clique para saber mais informações e fazer sua inscrição

Neurose ou Psicose?

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Em um texto de 1924, Freud postula que:

A neurose se trata de um conflito entre o ego e o id. Tem origem quando o ego se recusa a aceitar um forte impulso instintual do id, ou, de recusar a encontrar algo que possa ser um motor e/ou escoador deste impulso, ou ainda, o ego proibir este impulso para o objeto a que ele se destina. Em todos os casos, o ego se defende deste impulso utilizando o mecanismo de repressão, e por sua vez, o que foi reprimido luta para não ser reprimido, gerando uma luta interna, que acaba em sintoma. Quando o ego descobre o que ameaça seu equilíbrio, continua a lutar, mas agora, contra o sintoma, e tudo isso se torna uma neurose. Toda esta luta está sob às ordens do superego, que, por sua vez, tem origem do mundo externo. Então o ego entra em conflito com o id, tomando partido do superego e da realidade.

A psicose é um desfecho análogo de um distúrbio semelhante nas relações entre o ego e o mundo externo. O mundo exterior não é percebido de forma alguma, ou, quando percebido, não possui qualquer efeito sobre o ego. Este ego, então, cria um novo mundo interno e externo e estes mundos são construídos a partir dos desejos impulsionais do id. O motivo para esta rejeição do mundo externo é alguma frustração muito séria de um desejo, causada pela realidade, frustração que parece intolerável. O id então, fala mais alto que o ego, e o direciona. O delírio, seria um remendo no lugar de onde apareceu o buraco na relação entre o ego e o mundo externo.

Freud também menciona sobre as psiconeuroses narcísicas, que aparecem como conflitos entre o ego e o superego, que seria, por exemplo, a melancolia.

Em resumo: as neuroses são conflitos entre o ego e o id; as psicoses entre o ego e o mundo externo; e por fim, as neuroses narcísicas como conflitos entre o ego e o superego.

Música – Linguagem Universal

blog Para o psicólogo Steven Pinker, a música é comparada como uma guloseima auditiva, criada para “pinicar” áreas cerebrais envolvidas em funções consideradas importantes.

Atualmente algumas pesquisas têm mostrado que a música conduz certas emoções de forma consistente, quando verificado que pessoas diferentes, em uma sala, sentem as mesmas emoções quando tocada as mesmas músicas para elas. Evidências também apontam que a música faz aflorar respostas previsíveis em pessoas de culturas diferentes, com capacidade intelectual e sensorial variadas.

O neurologista Oliver Sacks afirma que “a música parece ser a forma mais direta da comunicação emocional, uma parte importante da vida humana, como a linguagem e os gestos”. Estes tipos de comunicações conectam emocionalmente as pessoas, e reforçam os vínculos.

Os ritmos podem facilitar as interações sociais, como dançar ou marchar juntos, tornando as relações mais sólidas. Os tons alteram nosso humor, e governam emoções como medo, alegria, tristeza.

O córtex auditivo, é o responsável pelo processamento dos elementos musicais mais básicos, como altura, volume. Já as áreas auditivas secundárias vizinhas se encarregam dos padrões mais complexos, como harmonia e ritmo.

A música excita locais cerebrais responsáveis pelo entendimento e produção da linguagem.

A melodia tem o poder de mediar a comunicação emotiva. Quando uma música é composta, não é apenas a expressão do que o compositor está sentindo, como também faz com que o ouvinte sinta o mesmo, e algumas pesquisas indicam que a música conduz à emoção pretendida para os que a escuta.

Tom Fritz, neurocientista, fez um experimento, no qual, colocou pessoas do grupo étnico Mafa, de Camarões, que nunca tinham ouvido música ocidental, para ouvir peças clássicas de piano. Este grupo identificou as peças como animadas, melancólicas,  ou capazes de causar medo, da mesma forma como os ocidentais as classificaram. O que nos remete à idéia de que uma música tem a capacidade de transmitir emoções independentemente da cultura.

Outra experiência foi feita com crianças autistas, e os pesquisadores pediram para que elas fizessem associações entre a música ouvida e emoções, e foi descoberto que a capacidade de identificar sentimentos independia do comprometimento nas habilidades socioemocionais, como expressões faciais, por exemplo.

A música possui informações que propagam respostas emocionais específicas no cérebro, independentemente da personalidade, gosto ou treinamento.  Ela também possui benefícios sociais, pois em diferentes culturas, as pessoas cantam hinos em rituais religiosos, cantam juntas, dançam, embalam as crianças para dormirem, participam de corais, enfim, diversas atividades musicais que aproximam as pessoas, talvez por criar conexões empáticas entre os membros destes grupos. Zatorre, diz que o ritmo pode funcionar como uma cola social que favorece a ligação física entre as pessoas. Há estimulação do sulco temporal superior, o que indica que a música pode construir laços sociais.

Ritmos alegres, tensos ou empolgantes podem excitar fisicamente o ouvinte, gerando respostas fisiológicas de luta ou fuga: taxas cardíacas e respiratórias aumentam, suam, aumenta a adrenalina no sangue. O que pode explicar porque as pessoas preferem fazer exercícios físicos com este tipo de ritmos, além da distração deixar o exercício mais divertido. De um modo geral, melodias energizantes, tendem a deixar o humor melhor, criando sensação de empolgação e despertando quando com sono ou cansado.

Ritmos tranquilos também exercem sua função orgânica, ao diminuírem os níveis do cortisol (hormônio do estresse), aliviando a dor (quando ouvimos uma música que gostamos muito) e diminuindo as taxas cardíacas e respiratórias, acalmando e relaxando o ouvinte.

Bebês recém-nascidos também têm sua região cerebral alterada conforme os adultos, o que leva aos estudiosos a crerem que o cérebro já nasce pronto para processar a música.

Para Sacks, talvez a música seja a forma mais próxima da telepatia.

Sadismo Sexual

sadismo sexual O sadismo sexual é uma prática incluída na categoria de perversões sexuais, na qual, o dominador inflige sofrimento físico, psicológico e/ou moral sobre sua vítima.

Alguns sádicos se sentem perturbados por suas fantasias, que envolvem o controle total sobre seu parceiro.

O que causa a excitação sexual é o sofrimento do outro.

É extremamente comum, dentro deste contexto, o uso de objetos que inflija dor, como chicotes, choques elétricos, itens para fazer queimaduras, facas, vendas, amarras, etc.

Geralmente, é uma prática crônica e sua gravidade tende a aumentar com o tempo.

Quando feito sem o consentimento do outro, alguns casos podem chegar a morte, principalmente se associado à psicopatia.

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Feliz Natal!

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